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Deputados e senadores na mira do povo


Deputados e senadores na mira do povo
Roberto Malvezzi (Gogó)

Cresce em todos os recantos do Brasil – ouço isso da Amazônia ao Apodi, passando pelo Pampa Gaúcho – a ideia de marcar severamente todos os deputados e senadores que votaram pelo golpe de 2016 e, principalmente, aqueles que estão votando contra o povo brasileiro.

Vamos ilustrar claramente onde votam contra o povo: PEC do fim do mundo que congelou os gastos de saúde e educação por vinte anos; reforma do ensino; reforma trabalhista e a reforma da previdência.

Cidadania rural: chamem Las Casas, Joaquim Nabuco e Ulisses Guimarães


Cidadania rural: chamem Las Casas, Joaquim Nabuco e Ulisses Guimarães.
Roberto Malvezzi (Gogó)

Para fazer a defesa dos índios no atual momento brasileiro é melhor ressuscitar o dominicano Bartolomeu de Las Casas. Para defender os negros é melhor ressuscitar Zumbi e os abolicionistas como Joaquim Nabuco, José do Patrocínio e Castro Alves. Para defender os trabalhadores urbanos é melhor ressuscitar Getúlio. Para defender os trabalhadores rurais de Nilson Leitão é melhor chamar Ulisses Guimarães e os constituintes de 1988. Nós, os de hoje, não temos condições morais e nem a habilidade política de fazer frente à onda devastadora da cidadania brasileira.

A HUMILDADE SOCIOAMBIENTAL


A HUMILDADE SOCIOAMBIENTAL
Roberto Malvezzi (Gogó)

Foi a natureza que lhe deu a água que bebe
O ar que você respira
A biodiversidade que lhe sustenta
O clima ameno que lhe permite viver

Foi o operário que fez o ônibus ou o carro que você anda
Foi o agricultor que cultivou o alimento que você come
Foi o padeiro que fez o pão de sua mesa

Foi uma equipe de engenheiros que imaginou o celular que você usa
O avião que você voa
A ponte que você atravessa

Discernimentos para o momento atual


Discernimentos para o momento atual
Roberto Malvezzi (Gogó)

A filosofia nos ensinava que o “bom filósofo sabe distinguir”. Na Teologia o discernimento é um dom do Espírito Santo.

Porém, discernir não é apenas um ato racional como quer a filosofia, mas buscar com reta intenção e reto coração o que é justo e bom.

Então, vamos a alguns discernimentos para o momento atual brasileiro:

O poder dos corruptores


O poder dos corruptores
Roberto Malvezzi (Gogó)

A Odebrecht montou um esquema estruturado de propina. Um delator denunciou que “havia um certo prazer de comprar”. Já não era sequer a velha prática das empresas de comprar agentes públicos conforme seus interesses, mas a satisfação de ver tanta gente “comer na mão”.

A prática existe há trinta anos, segundo Emílio. Ele fala rindo, sabendo que tem nas mãos a cabeça de muita gente. Portanto, outros governos também sucumbiram ao poder dos corruptores.