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Qual a diferença entre o amor cristão, ateu ou comunista?


Qual a diferença entre o amor cristão, ateu ou comunista?

Roberto Malvezzi (Gogó)

Quando em outubro passado fiquei hospitalizado durante dez dias em Roma – 8 dias na UTI – fui atendido com muito carinho por enfermeiros e enfermeiras, médicos e médicas, serviço de alimentação, pelo capelão que nos levava eucaristia todos os dias, pelos visitantes que estavam no Sínodo para a Amazônia – eu fui para o Sínodo e adoeci -, depois por meus familiares. Um padre, secretário do Sínodo, me visitava duas vezes todos os dias e me repassava a informação de meu estado de saúde.

A Crise é Civilizacional, não apenas da Água


A Crise é Civilizacional, não apenas da Água

Roberto Malvezzi (Gogó)

Em plena Semana da Água, tendo o dia 22 de Março como dia Mundial da Água, estamos no olho de uma pandemia virótica. Nesses momentos onde a sobrevivência fala mais alto que qualquer outro fato, é difícil, quase impossível, chamar a atenção para a floresta, quando todos os olhos estão voltados para uma árvore.

Nem Neruda imaginaria o hidronegócio dos Rios Voadores da Amazônia


Nem Neruda imaginaria o hidronegócio dos Rios Voadores da Amazônia

– Semana da Água de 15 a 22 de Março –

 

Roberto Malvezzi (Gogó)

 

Tempos atrás, quando andei no Chile, numa das casas de Neruda, comprei uma de suas antologias poéticas. Lendo aqueles poemas, de repente fiquei surpreso: já na década de 40 do século passado ele pedia que o ar permanecesse livre. Tentei reencontrar a passagem na antologia e não consegui.

O herege Jesus de Nazaré


O herege Jesus de Nazaré

Roberto Malvezzi (Gogó)

Já nasceu filho de mãe solteira, embora o Papa Francisco diga que mãe não é estado civil. Mas, um homem chamado José o acolheu como filho e à sua mãe, chamada Maria, como esposa (Mateus 1,24).

Quando nasceu, provocou um banho de sangue. Um rei chamado Herodes, para eliminar um possível concorrente, mandou matar todos os recém nascidos do momento. Mas, ele escapou vivo e ileso (Mateus 2,1).

A volta do Q.I, isto é, quem indica


A volta do Q.I, isto é, quem indica.

Roberto Malvezzi (Gogó)

Acabar com os concursos públicos, instalar a demissão do funcionalismo público e a instabilidade no cargo, não tem nenhum gesto de grandeza ou de preocupação com o dinheiro público. É simplesmente a volta do “quem indica”.

Paulo Freire, quando voltou do exílio, vinha aqui para a região de Juazeiro e costumava ficar uma semana inteira conosco. Já naquela época ele nos dizia: a direita europeia é reacionária, mas é competente. A brasileira é reacionária e incompetente.