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De 1 milhão de mortos para 1 milhão de cisternas


De 1 milhão de mortos para 1 milhão de cisternas.
Roberto Malvezzi (Gogó)

Na seca de 82 a estimativa foi que pelo menos 1 milhão de Nordestinos ainda morreram de inanição, isto é, fome ou sede. Nessa seca que vem de 2012 até 2016, não há registros de mortes por inanição, nem o fenômeno das grandes migrações, nem frentes de emergência e muito menos saques nas cidades do sertão.

Jamais seremos os mesmos


Jamais seremos os mesmos.
Roberto Malvezzi (Gogó)

Escrevo para mim mesmo e alguns milhões que comungam a mesma impotência – pelo menos por hora – perante o golpe impetrado no Brasil e seus desdobramentos.

Não tivemos chance de defesa. Falo dos 54 milhões de brasileiros que tiveram seus votos sequestrados por trezentos e poucos calhordas da Câmara e depois 60 senadores. Agora, todas as mudanças constitucionais que vão sendo operadas de costas para o povo.

Fidel e os furacões


Abaixo, texto de Ruben Siqueira, da CPT Nacional, memória de uma viagem a Cuba. Fidel e a revolução cubana serão motivos de disputas e discórdias até no túmulo. Entretanto, aquela América Latina miserável, de fome, sede, colonialismos e injustiças, aprendeu a erguer a cabeça exatamente com eles.

Fidel e os furacões
Ruben Siqueira (CPT Nacional)

Tanto se disse hoje sobre Fidel e Cuba (qta besteira aqui nas redes sociais, pró e contra!), que ao fim do dia resolvi dar tb eu o meu pitaco! Lembrança testemunhal de uma viagem à Ilha…

Combate ao tráfico de drogas e o genocídio da juventude negra


Combate ao tráfico de drogas e o genocídio da juventude negra

Roberto Malvezzi (Gogó)

Se há um consenso na política de combate ao tráfico de drogas é que ela é de alto custo e absolutamente inócua. Longas matérias conversando com gente do BOPE, especialistas no assunto e mesmo pessoas ligadas ao tráfico, tem esse ponto em comum.

Entretanto, dos 30 mil jovens mortos por homicídio a cada ano no Brasil, 77% são negros (https://anistia.org.br/campanhas/jovemnegrovivo/).

Trump é o muro, Francisco é a ponte


Trump é o muro, Francisco é a ponte.

Roberto Malvezzi (Gogó)

Francisco já repetiu várias vezes que estamos numa 3ª Guerra Mundial. Sua opinião não é fantasiosa ou irresponsável. Ele é a única liderança mundial que tem uma leitura do momento atual da humanidade.
Francisco fala a partir da guerra na Síria, no Afeganistão, em outras partes do mundo e, sobretudo, a partir das vítimas das guerras, dos imigrantes e “desplazados” pelas catástrofes socioambientais. Fala a partir dos sem-teto, sem-terra e sem trabalho. Lembra ainda dos idosos, dos doentes, das crianças, dos descartados da sociedade contemporânea.