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Moro canonizou Lula


Moro canonizou Lula
Roberto Malvezzi (Gogó)

Pode mandar a ficha de Lula para o Vaticano que Francisco vai canoniza-lo. Depois de anos investigando o condenado, o juiz o condenou por ser dono de um apartamento, cuja pertença real hoje é da Caixa Econômica.

Moro absolveu Lula da acusação de ter ganho um “transporte” daqueles objetos que ele ganhou quando presidente. Esse detalhismo só comprova até onde foi esse papel do advogado do diabo, figura que procurava todos os defeitos de uma pessoa nos processos de canonização, para provar que o santo não era tão santo. O próprio João Paulo II se encarregou de defenestrar o papel desse advogado dos rituais de canonização.

O Brasil ficou mais transparente


O Brasil ficou mais transparente
Roberto Malvezzi (Gogó)

O governo das grandes corporações econômicas se chama neoliberalismo. Sabíamos dessa realidade, mas hoje podemos dar claramente nome aos bois.

A classe política é apenas sua executiva e o judiciário seu guardião, embora sempre haja contradições.

No Brasil ficou clara essa realidade quando vemos as empresas financiarem as campanhas de seus candidatos, quando compram as medidas provisórias dos seus interesses, quando pagam propinas e fazem mimos aos agentes públicos também conforme seus interesses.

RUPTURAS NOS CANAIS DA TRANSPOSIÇÃO


Rupturas nos canais da Transposição
Roberto Malvezzi (Gogó)

Mais uma vez o canal do Eixo Leste da Transposição do São Francisco se rompeu nesse fim de semana. As imagens e vídeos da ruptura estão pela internet.

Diante desses fatos até mesmo o jornalismo paraibano começa questionar a qualidade técnica da obra realizada. Afinal, com os canais expostos há tantos anos ao sol do sertão, sendo remendados várias vezes, sempre restava uma interrogação sobre a funcionalidade desses canais e barragens.

Os golpes invisíveis do Golpe


Os golpes invisíveis do Golpe
Roberto Malvezzi (Gogó)

Tem uma série de golpes contra o povo, promovidos pelo golpe de 2016, que a sociedade não vê claramente, mas que já impactam a vida das populações mais vulneráveis.

Os cortes na saúde já chegaram dentro dos hospitais. Com uma pessoa da família enferma, pudemos ver que faltava até gaze para fazer os curativos. Os profissionais pediam que as famílias comprassem os materiais necessários para os cuidados devidos. Médicos de um hospital público nos diziam “in off” que não receberiam mais pacientes, já que não tinham condições sequer de atender os que já estavam sendo atendidos.