Como num funeral, hoje – 23/09/2014 – é um dia de luto histórico para o rio São Francisco e seu povo. Segundo o diretor do Parque Nacional da Serra da Canastra sua nascente histórica secou (G1).
Como dizia Shakespeare pela boca de Macbeth:
Como num funeral, hoje – 23/09/2014 – é um dia de luto histórico para o rio São Francisco e seu povo. Segundo o diretor do Parque Nacional da Serra da Canastra sua nascente histórica secou (G1).
Como dizia Shakespeare pela boca de Macbeth:
Seria interessante que os cristãos preocupados com a paz e a justiça se voltassem essa semana santa para o jejum e oração pelo Brasil. Não nos esqueçamos que essas foram as grandes armas dos maiores pacifistas do mundo, como Gandhi, Luther King, Mandela, D. Hélder e o próprio Jesus.
Não cabe a nós cristãos jogar gasolina no ódio que divide a sociedade brasileira. E corremos o risco de ver voltar regimes autoritários que tantas desgraças trouxeram ao país.
A penúria hídrica nesse momento atinge várias regiões do Brasil. As piores são o São Francisco e a população paulistana, pelo esgotamento do sistema Cantareira.
Os problemas hídricos de hoje, se os levarmos a sério, não apenas do ponto de vista eleitoreiro, é o começo da “vingança da natureza” contra uma civilização predadora. A situação de São Paulo foi construída desde a década de 1950, quando se intensificou o desmatamento em São Paulo e quando a concentração urbana tornou-se um fenômeno alucinante.
Chuvas gerais tem caído sobre o sertão nordestino. “Rios correndo, as cachoeiras tão zoando…”, como escrevia Zé Dantas em sua música com Gonzaga, chamada Volta da Asa Branca.
O ciclo das chuvas é essencial para o ciclo da vida. Todas as espécies de vida da caatinga – mais de 1200 só vegetais -, seus animais endêmicos e trazidos de fora, reagem à chegada das chuvas e a vida explode em sua plenitude.