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A Emergência do Fenômeno Indígena na América Latina


A emergência do fenômeno indígena na América Latina

Roberto Malvezzi (Gogó)

Há uns dez anos, nos encontros do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), já se falava na emergência do fenômeno indígena na América Latina. O próprio Vaticano já enviava seu observador para essas reuniões, com foco particular nessa questão.

Já naquela época o que parecia novo era a questão Mapuche no Chile, Guarani entre Brasil e Paraguai e Yanomami nas fronteiras de Brasil e Venezuela. Já se constatava que o fenômeno indígena tinha duas alavancas consideradas perigosas por muita gente: a reconquista dos territórios e a retomada de suas culturas, particularmente as teologias índias.

Sínodo para a Amazônia abriu o futuro


Sínodo para a Amazônia abriu o futuro

Roberto Malvezzi (Gogó)

O processo de preparação do Sínodo levou mais de 3 anos em território brasileiro. Foram realizados 16 seminários regionais e mais um Pan-Amazônico. Desse processo, inclusive da consulta sinodal enviada pelo Vaticano, participaram cerca de 87 mil pessoas.

A primeira novidade desse Sínodo foi escutar os povos amazônidas. Portanto, houve uma mudança de interlocutores. Francisco não estava interessado em ouvir apenas autoridades, políticos, especialistas, mas ouvir a voz dos povos da região.

Pacto das Catacumbas pela Casa Comum


Publico aqui esse Pacto, ao qual pude oferecer alguma contribuição, e que firma nosso compromisso com a Casa Comum em tempos tão obscuros. Que todos e todas, cristãos e pessoas de boa vontade, possam aderir aos seus propósitos.

Roberto Malvezzi (Gogó)

Por uma Igreja com rosto amazônico, pobre e servidora, profética e samaritana

Nós, participantes do Sínodo Pan-amazônico, partilhamos a alegria de habitar em meio a numerosos povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, migrantes, comunidades na periferia das cidades desse imenso território do Planeta. Com eles temos experimentado a força do Evangelho que atua nos pequenos. O encontro com esses povos nos interpela e nos convida a uma vida mais simples de partilha e gratuidade. Marcados pela escuta dos seus clamores e lágrimas, acolhemos de coração as palavras do Papa Francisco:

No Sínodo para a Amazônia


No Sínodo para a Amazônia

– Informações e esclarecimentos pessoais =

Roberto Malvezzi (Gogó)

Vim para o Sínodo para a Amazônia, em Roma. Cheguei aqui, na primeira reunião dos peritos sob a coordenação de Dom Cláudio Hummes, na casa dos jesuítas, sofri um infarto, dizem que o mais grave possível e só fui salvo pelo rápido atendimento. Fui levado a uma emergência do Vaticano e, diagnosticado o infarto, levado rapidamente ao hospital público Espírito Santo. Ali fui atendido, feito o cateterismo, salvo. Depois ainda peguei uma pneumonia, devidamente curada. Fiquei dez dias hospitalizado com todos os recursos de primeiro mundo. E ainda dizem que a saúde para funcionar tem que ser privada!

Ateus, rezem pelo Sínodo para a Amazônia


Ateus, rezem pelo Sínodo para a Amazônia

Roberto Malvezzi (Gogó)

Você pode ser um petralha, socialista, comunista, seguidor da Teologia da Libertação, um melancia verde por fora e vermelho por dentro, mas você precisa de água para beber, de um alimento sadio para comer, de um ar limpo para respirar, de um clima regulado com boa temperatura para não morrer de calor ou de frio.

Você pode ser um bolsomínion, fascista, nazista, adorar torturadores, ditadores, mentirosos,  espalhador de fake news, mas você precisa de água para beber, de um alimento sadio para comer, de um ar limpo para respirar, de um clima regulado com boa temperatura para não morrer de calor ou de frio.