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NA HISTÓRIA NINGUÉM RI POR ÚLTIMO


Na história ninguém ri por último

Roberto Malvezzi (Gogó)

O golpe conseguiu quase tudo que queria, mas três pontos fundamentais ainda não foram lacrados, como diz a juventude.

Um deles é a reforma da previdência. Talvez ainda consigam, mas não está fácil, porque mexe com os interesses dos eleitores desses deputados e senadores, além de parentes e amigos. Mas, a aprovação dessa perversão é fundamental para atirar as pessoas nos braços da previdência privada, pelo menos é esse o objetivo da proposta. Pessoalmente, tenho dúvidas que uma classe média mais pobre e endividada vá recorrer a planos de saúde cada vez mais caros e precários. Conheço pessoas que pagam planos caros e, na hora que precisou de uma cirurgia, teve que desembolsar alguns mil reais por fora para que o médico aceitasse fazer o que já estava pago.

Arcebispo do Recife questiona Temer


D. Saburido questiona coerência de Temer que concedeu o patronato dos direitos humanos no Brasil a D. Hélder Câmara.

Queridos irmãos e irmãs de nossa arquidiocese,

Todos nós fomos surpreendidos pela Lei n. 13581, de 26 de dezembro de 2017, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República Michel Temer. Declara Dom Hélder Câmara patrono brasileiro dos direitos humanos.

Temer insulta a memória de D. Hélder


Temer insulta a memória de D. Hélder

Roberto Malvezzi (Gogó)

Uma notícia estranha, que nem circula na grande mídia, afirma que Temer publica por decreto que D. Hélder Câmara é o patrono dos direitos humanos no Brasil. A iniciativa teria vindo do Congresso Nacional.

Muitas vezes não dá para distinguir se esse governo é estúpido, cínico, cruel, ou tudo isso e muito mais. Porém, quem tem uma unha de decência intelectual e ética sabe que a maioria desse Congresso e o governo Temer são antagônicos a tudo que D. Hélder foi e sempre defendeu.

O GOLPE É SISTÊMICO


O GOLPE É SISTÊMICO

Roberto Malvezzi (Gogó)

“Não disse muita coisa para não desanimar os missionários, mas esse golpe é sistêmico”.

Foi esse o comentário que D. Erwin Krautler me fez num evento da Laudado Sí em Feira de Santana, Bahia. Ele vinha da assembleia do Conselho Indigenista Missionário. O massacre sobre os povos indígenas, constante em nossa história, volta a níveis indescritíveis mesmo para um país que nunca foi civilizado.

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