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Doze piadas de 2016 e seus humoristas


Doze piadas de 2016 e seus humoristas
Roberto Malvezzi (Gogó)

1. Temer presidente (Narrada por Michel)
2. Não foi golpe (Aécio, Serra e FHC)
3. O Brasil já melhorou muito (Cristovam Buarque sobre governo Temer)
4. Por minha família, minha pátria, minha conta na Suíça, medo da Lava-Jato, voto sim (360 picaretas da Câmara dos Deputados e mais 61 Incitatus do Senado)
5. PowerPoint do Dallagnol (Por ele mesmo)
6. Pedalinho do Lula ou da Marisa (Jornal Nacional)
7. Palestra sobre ética no farisaísmo bíblico (Sérgio Moro, cachê de 90 mil reais)
8. Imparcialidade da Mídia Corporativa (Famílias Marinho, Frias, Mesquita e Civita)
9. Derrubamos o PT e acabaremos com a corrupção, os impostos e o desgoverno (Paulo Skaf, Paulinho da Força e manifestantes de verde e amarelo da Paulista e Copacabana)
10. Autocrítica do PT (Direção Nacional)
11. Supremo Tribunal Federal (Por Gilmar Mendes)
12. Os brasileiros vão se aposentar no túmulo (Eu)

As perspectivas de um Brasil de párias


As perspectivas de um Brasil de párias.
Roberto Malvezzi (Gogó)

Esses dias, por questões familiares, tenho andado muito no setor de oncologia do Hospital Regional de Juazeiro. Ali vejo pessoas sendo atendidas pelo SUS. É o diagnóstico, os exames, os remédios para tratamento, assim por diante.
Qualquer tentativa de ir para a medicina privada se torna impossível para a esmagadora maioria daquelas pessoas e famílias. Tudo é absolutamente caro e inalcançável.

O espaço é simples e digno. O atendimento é muito humanizado. As atendentes, enfermeiras e o próprio médico muito gentis. O problema, como sempre, é uma certa lentidão no atendimento, fator que pode ser melhorado com um pouco mais de capricho na gestão.

De 1 milhão de mortos para 1 milhão de cisternas


De 1 milhão de mortos para 1 milhão de cisternas.
Roberto Malvezzi (Gogó)

Na seca de 82 a estimativa foi que pelo menos 1 milhão de Nordestinos ainda morreram de inanição, isto é, fome ou sede. Nessa seca que vem de 2012 até 2016, não há registros de mortes por inanição, nem o fenômeno das grandes migrações, nem frentes de emergência e muito menos saques nas cidades do sertão.

Jamais seremos os mesmos


Jamais seremos os mesmos.
Roberto Malvezzi (Gogó)

Escrevo para mim mesmo e alguns milhões que comungam a mesma impotência – pelo menos por hora – perante o golpe impetrado no Brasil e seus desdobramentos.

Não tivemos chance de defesa. Falo dos 54 milhões de brasileiros que tiveram seus votos sequestrados por trezentos e poucos calhordas da Câmara e depois 60 senadores. Agora, todas as mudanças constitucionais que vão sendo operadas de costas para o povo.

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